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Douro Interior Jornal

2026/06/02

Andor da Senhora da Pena inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial

Freguesias

O «Andor da Senhora da Pena» foi oficialmente inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, através de anúncio publicado em Diário da República no dia 2 de junho de 2026.

Este reconhecimento constitui um importante marco para a valorização e salvaguarda de uma das mais emblemáticas expressões da identidade cultural do concelho de Vila Real e das comunidades que, ao longo de gerações, têm preservado esta tradição.

A decisão teve por base os critérios definidos na legislação em vigor, destacando a relevância do Andor da Senhora da Pena na matriz identitária das comunidades envolvidas, a sua importância histórica no território onde se insere, bem como a sua influência social, cultural e religiosa. Foi ainda reconhecido o papel fundamental desempenhado pelas comunidades, grupos e detentores dos conhecimentos associados na transmissão de práticas e saberes que garantem a continuidade desta manifestação.
Para a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Vila Real, Mara Minhava, “esta inscrição representa um reconhecimento nacional do valor cultural, histórico e identitário do Andor da Senhora da Pena, uma manifestação profundamente enraizada na nossa comunidade e que tem sido preservada com dedicação ao longo de gerações”.
Por sua vez, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Alexandre Favaios, sublinha que “a integração no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial reforça a importância de continuar a salvaguardar e promover as nossas tradições, valorizando o património vivo que constitui uma parte essencial da identidade de Vila Real e das suas gentes”.

A inscrição do Andor da Senhora da Pena no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial contribui para a proteção e divulgação desta manifestação, assegurando a sua transmissão às gerações futuras e reforçando o seu papel enquanto elemento distintivo do património cultural português.
A investigação que conduziu à certificação desta manifestação como Património Cultural Imaterial foi coordenada por Vítor Nogueira, cujo trabalho de estudo, documentação e valorização foi determinante para o reconhecimento nacional desta importante tradição do concelho de Vila Real.

 

Fonte/Foto: CM Vila Real

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